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domingo, 8 de abril de 2012

Falsa Dicotomia e o Sacerdócio Protestante


Falsa Dicotomia e o Sacerdócio Protestante

Sob Constantino, o cristianismo foi reconhecido e honrado pelo Estado.
Isto apagou a linha entre a igreja e o mundo.
A fé cristã já não era uma religião de minoria.
Melhor dizendo, era protegida pelo Imperador.
Como conseqüência, a quantidade de membros aumentou rapidamente.
Formaram-se levas de novos convertidos.
Por serem mal convertidos trouxeram consigo uma grande quantidade de idéias pagãs para dentro da igreja - enquanto o cristianismo convertia o mundo, o mundo convertia o cristianismo, tornando o paganismo algo natural para a humanidade.
Como vimos anteriormente, as práticas das religiões místicas começaram a ser utilizadas na adoração da igreja.

E a noção pagã da dicotomia entre o sagrado e o profano encontrou caminho fértil na mentalidade cristã.

Pode-se dizer corretamente que a distinção de classe entre o clero e o leigo resultou diretamente dessa dicotomia.
A vida cristã agora se dividia em duas partes: O secular e o espiritual — o sagrado e o profano.
Mas pelo século IV esta falsa idéia foi adotada universalmente pelos cristãos.
Isto produziu a idéia profundamente errônea de que há profissões sagradas (um chamado ao ministério) e profissões ordinárias, "um chamado vocacional mundano".

Tudo deveria ser feito para a glória de Deus, porque Ele santificou o mundano.

1Co 10:31 Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.

A falsa dicotomia entre o sagrado e o profano foi para sempre abolida em Jesus Cristo.
Tal pensamento pertence ao paganismo e ao antigo Judaísmo.
Col 2:21 Não toques, não proves, não manuseies?
Col 2:22 As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens;
Col 2:23 As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.

Para o Cristão, "Nada é sujo em si mesmo", e "o que Deus limpou não se torna ordinário" (Atos 10:15; Rom. 14:14). A"secularização da igreja" foi o fator que contaminou a "corrente pura do cristianismo". 
Note que esta dicotomia errônea vive na mente da maioria dos crentes hoje.

Todavia tal conceito é pagão, não cristão.
Ele rompe a realidade neotestamentária que diz que a vida diária é santificada por Deus.
Clemente de Roma (morreu em 100 d.C.) foi o primeiro escritor cristão a fazer uma distinção na condição [status quo] de líderes cristãos e não líderes.
Ele foi o primeiro a usar a palavra "leigo" contrastando com ministros.
Clemente sustentava que a ordem do Velho Testamento com respeito aos sacerdotes deveria ser cumprida na igreja cristã. Tertuliano foi o primeiro escritor a utilizar a palavra "clero" referindo-se a uma classe de cristãos separados.
Ambos, Tertuliano e Clemente de Alexandria (150-215) popularizaram a palavra "clero" em suas obras.
Pelo século III a brecha entre clero e leigo se estendeu ainda mais e chegou a um ponto irremediável.
Os clérigos eram líderes treinados da igreja — os guardiões da ortodoxia — os governadores e mestres do povo. Eles possuíam dons e graças que não estavam disponíveis aos simples mortais.
O laicato era um extrato social de segunda classe, de cristãos ignorantes.
termo 'leigo' é um dos piores do vocabulário religioso e deve ser eliminado da conversação cristã.

Os termos "clero" e "leigo" não aparecem no NT. 
O termo "leigo" é derivado da palavra grega laos que significa povo, ou massa.
O termo "clero" é derivado da palavra grega kleros que significa muito, uma parte, ou uma herança.
O NT nunca usa a palavra kleros para líderes, mas para o povo de Deus como um todo.

O povo de Deus é herdeiro de Deus (Col 1:12; Eph 1:11; Gal 3:29; 1Pe 5:3).

Neste sentido, é irônico que Pedro em 1Pe 5:3 exorte os anciões da igreja a não exercer domínio sobre o kleros ("clero")!
Novamente, kleros (1Pe 5:3) e laos (1Pe 2:9) ambos se referem ao rebanho de Deus como um todo.
Tampouco contém o conceito de que há os que fazem o ministério (clero) e os que são objeto do ministério (leigos).

O que temos em Tertuliano e Clemente é uma plena fuga da postura dos primeiros cristãos, onde todos os crentes partilhavam do mesmo status.
A distinção entre clero e leigo — entre o que ocupava o púlpito e o que se sentava no banco — pertence ao outro lado da cruz.
Com o novo pacto em Cristo, o clero e o leigo são eliminados.
Há somente o povo de Deus.
Junto com estas mudanças de postura chegou um novo vocabulário.
Os cristãos começaram a adotar o vocabulário das seitas pagãs.

O título pontifex - pontífice, é um título pagão.

Assim sucedeu também com os termos "Mestre de Cerimônia" e "Gran Maestro de Loja". 
Termos como coryphaeus (Mestre de Cerimônias) e hierophant (Grande Mestre de Loja) foram tomados livremente de cultos pagãos e usados pelo clero Cristão.

Tertuliano foi o primeiro a usar o termo "sumo pontífice" (o bispo dos bispos) referindo-se ao bispo de Roma em sua obra Em Castidade escrita por volta de 218 d.C..
Porém, Tertuliano usa o termo sarcasticamente.
Tudo isso reforçou o misticismo do clero enquanto guardiões dos mistérios de Deus, criando uma espécie de religião de mistério.
Pelo século V, a idéia do sacerdócio de cada crente havia desaparecido completamente do horizonte cristão.
O acesso a Deus agora era controlado pela casta clerical.
Foi exigido o cumprimento do celibato clerical.
As pessoas comuns participavam com pouca freqüência da comunhão.
O edifício agora estava velado de incenso e fumaça.
As orações clericais eram feitas secretamente.
E a pequena porem profundamente significante cortina de seda que separava o clero do leigo foi estabelecida.
Em suma, pelo fim do século IV e entrando no V, o clero chegou a ser uma casta sacerdotal — um grupo espiritual da elite dos "homens santos". Isto nos conduz ao tema espinhoso da ordenação.

A Grande Falácia da Ordenação

No século IV, a teologia e o ministério eram âmbito dos sacerdotes.
O trabalho e a guerra eram âmbito do leigo.
As palavras gregas traduzidas como "ordenar" dentro do NT não tem significados eclesiásticos especiais.
Nenhuma delas insinua o rito de ordenação ou uma cerimônia especial.
Qual era o rito de passagem para o âmbito sagrado do sacerdote?

A Ordenação.
Antes de examinar as raízes históricas da ordenação, vejamos como se reconhecia a liderança na Igreja Primitiva.
Os obreiros apostólicos (plantadores de igrejas) do século I voltavam a visitar uma igreja depois de um período de tempo.
Em algumas congregações os trabalhadores reconheciam publicamente os anciãos.
Em todos os casos os anciãos já tinham estado naquele lugar antes de serem reconhecidos publicamente.
Os anciãos surgiam naturalmente em uma congregação com o passar do tempo.
Eles não eram nomeados por uma autoridade externa.

Os tradutores da KJV usaram ordain para 21 diferentes palavras hebraicas e gregas.
Este mal-entendido eclesiástico do século XVII foi influenciado por esta pobre escolha.
Ou seja, cada um daqueles anciões era reconhecido devido a sua antigüidade e contribuição com a igreja.

Segundo o NT, o reconhecimento de certos dons dos membros é algo instintivo e orgânico.
Há um princípio interno dentro de cada crente que reconhece os vários ministérios na congregação.
Surpreendentemente, há apenas três passagens no NT que nos dizem que os anciãos eram reconhecidos publicamente.
Anciãos foram reconhecidos nas congregações da Galácia.
Paulo disse a Timóteo que conhecera anciãos em Éfeso.
Disse o mesmo a Tito com relação às igrejas de Creta.

A palavra "ordenar" (KJV) destas passagens não significa ocupar um cargo.
Ou melhor, ela traz a idéia de afirmar, reconhecer e apoiar um desdobramento de algo que já está acontecendo. 
A palavra grega cheirotoneo em Act 14:23 significa literalmente "estender as mãos" como que votando.

Conseqüentemente, é provável que os apóstolos impunham suas mãos naqueles que a maioria da igreja julgava já estar funcionando como inspetores entre eles.
Ela também traz a idéia de bênção.
O reconhecimento público dos anciãos e de outros ministérios geralmente era acompanhado pela imposição de mãos pelos obreiros apostólicos.
No caso dos obreiros enviados a outros lugares isto era feito pela congregação aos anciãos.

No século I, a imposição de mãos meramente significava apoiar ou reafirmar uma função, não indicava uma nomeação a uma posição ou a elevação a uma categoria especial.
Lamentavelmente mais adiante, no final do século II e no princípio do III, isso chegou a significar uma posição especial. 
O ato de impor as mãos nada tem a ver com a instalação rotineira de um cargo na igreja, como ancião, diácono, pastor, ou missionário.
Durante o século III a "ordenação" assumiu um significado completamente diferente.
Era um rito cristão formalizado.

Pelo século IV, a cerimônia da ordenação foi ornada por vestimentas simbólicas e por um rito solene.
A ordenação produziu uma casta eclesiástica que usurpou o sacerdócio dos crentes.

Donde você supõe que os cristãos adquiriram seu padrão de ordenação?
Eles copiaram sua cerimônia de ordenação do costume romano de designar homens ao serviço civil.
Todo o processo, cada palavra, saiu diretamente do mundo cívico romano.
Esta mesma tendência foi absorvida pelo Judaísmo já no primeiro século.
Escribas judeus proficientes na interpretação do Torah e das tradições orais ordenavam homens para cargos no Sinédrio.
Estes homens foram vistos como mediadores da vontade de Deus para todo Israel.
Os "ordenados" do Sinédrio ficaram tão poderosos antes do início do segundo século que os romanos condenavam a morte qualquer um que executasse a ordenação judia!
Antes do século IV os termos utilizados para a nomeação de cargos governamentais romanos e a ordenação cristã eram sinônimos.
Quando Constantino fez do cristianismo sua religião preferida as estruturas de liderança da igreja passaram a ser sustentadas através da sanção política.
Formas de sacerdócio do Velho Testamento foram combinadas com a hierarquia grega.
Tristemente, a igreja estava segura nesta nova fórmula — exatamente como está hoje.
Agostinho (293-373) foi ainda mais longe ensinando que a ordenação confere ao ordenado "um caráter definitivo e irremovível" que o capacita no cumprimento de suas funções sacerdotais!
Para Agostinho, a ordenação era uma posição permanente que não poderia ser revogada.
A ordenação cristã, então, chegou a ser compreendida como aquilo que constitui a diferença essencial entre clero e leigo.
Por ela o clero era autorizado a ministrar os sacramentos.
Acreditava-se que o sacerdote, que faria o serviço divino, deveria ser o cristão mais perfeito e santo de todos.
Gregório de Nacianceno (329-389) e Crisóstomo (347-407) elevaram a norma padrão tão alto no que diz respeito aos sacerdotes que falhar em cumprir a santidade de seu serviço prejudicaria sua posição ou o levaria a um estado crítico.
Segundo Crisóstomo o sacerdote é como um anjo.
Ele não possui a mesma fraqueza do resto dos homens! (Que mentira!)
Como poderia o sacerdote viver em tal estado de pura santidade?
Como poderia ele ser digno de servir no "coro dos anjos"?

A resposta era a ordenação.

Pela ordenação, a corrente das graças divinas fluía ao sacerdote, equipando-o para ser um instrumento digno nas mãos de Deus.
Esta idéia, também conhecida como "dom sacerdotal", apareceu primeiramente com Gregório de Nisa (330-395).
Gregório sustentava que a ordenação configura o sacerdote de uma forma "invisível" como "um homem diferente e melhor", elevando-o acima do leigo. 
"O próprio poder da Palavra", disse Gregório, "faz com que o sacerdote seja venerável, honorável, separado... Embora no dia anterior ele fosse apenas uma pessoa no meio das massas, alguém do povo, ele é repentinamente convertido em guia, presidente, mestre de justiça, instrutor de mistérios ocultos... "
Atente para estas palavras de um documento do século IV:
"O Bispo, eis o ministro da Palavra, o guardião do conhecimento, o mediador entre Deus e você em várias partes de sua adoração divina... Ele é seu soberano e governante... Ele está em segundo lugar depois de Deus, seu deus terreal, que tem o direito de ser honrado por tua pessoa".
A ordenação concede ao sacerdote (ou Bispo) poderes divinos especiais, tornando-o apto a oferecer o sacrifício da Missa.
A ordenação também o torna um tipo de homem completamente separado e santo!
Os sacerdotes chegaram a ser identificados como "vigários de Deus na terra".
Eles chegaram a fazer parte de uma ordem de homens especiais.
Uma ordem apartada dos "leigos" da igreja.
O estilo de vida do sacerdote e até suas vestes eram distintos do leigo, justamente para ressaltar esta diferença.

Lamentavelmente, este conceito de ordenação nunca foi abolido da fé cristã.
Está vivo e bem vivo no moderno cristianismo.
De fato, se você está perguntando por que e como o pastor moderno chega a ser elevado ao patamar de "homem santo de Deus", estas são suas raízes.

Paulo nada sabia a respeito de qualquer ordenação conferindo poderes ministeriais ou clericais ao cristão.
Os pastores, (anciãos, supervisores) do primeiro século não receberam nada parecido com a moderna ordenação. Eles não estavamacima do restante do rebanho. Eles eram aqueles que serviam entre eles.
Os anciãos do século I eram apenas publicamente reconhecidos pelos obreiros de fora como aqueles que cuidavam da igreja.
Tratava-se de um simples reconhecimento de uma função.
Algo que não conferia nenhum poder especial.
Tampouco era uma posição permanente como acreditava Agostinho.
A moderna prática da ordenação cria uma casta especial de cristão.
Seja ele sacerdote no catolicismo ou pastor no protestantismo, ou de Brahman no hinduísmo, o resultado é o mesmo: O ministério mais importante restringe-se a uns poucos "seres especiais".
Tal idéia é tão daninha quanto antibíblica.
Em nenhum lugar do NT a pregação, o batismo ou a distribuição da Ceia do Senhor restringe-se aos "ordenados".
A tradição clero-leigo contribuiu mais para minar a autoridade do NT do que a maioria das heresias!
Na medida em que alguém poderia desempenhar certa função na igreja através do rito da ordenação, o poder de ordenar passou a constituir o ponto chave no que diz respeito à autoridade religiosa.
O contexto bíblico se perdeu.
E passou-se a utilizar métodos de comprovar textos para justificar a hierarquia clero-leigo.
A ordenação cresceu como um instrumento para consolidar o poder clerical.
Através dela, o clero poderia dominar sobre o povo de Deus como as autoridades seculares fazem.

O efeito líquido é que a ordenação moderna monta barreiras artificiais entre os cristãos e impede o mútuo ministério. O crente comum, geralmente inculto e ignorante, ficou a mercê do clero profissional!
A Reforma e o Sacerdócio Protestante

Os reformadores do século XVI colocaram fortemente a prova o sacerdócio Católico.
Eles atacaram a idéia de que o sacerdote possuía poderes especiais para converter vinho em sangue.
Eles rechaçaram a sucessão Apostólica.
Eles incentivaram o clero a casar-se.
Eles revisaram a liturgia para que a congregação tivesse mais participação.
Eles também eliminaram a posição do Bispo e reduziram o sacerdote à condição de presbítero.

Eles desgraçadamente trouxeram a distinção católica entre o leigo e o clero diretamente para o movimento protestante.
Eles também preservaram a idéia católica da ordenação.

Mesmo movimentos cristãos não-protestantes, como os anabatistas, posteriormente no século IIIXX acabaram copiando muito do sistema protestante e se tornaram em igrejas institucionais, como os reformados.

Embora Lutero rejeitasse a idéia de que ordenação muda o caráter da pessoa ordenada, ele garantiu sua importância.
Na mente de Lutero, a ordenação é um rito da igreja.
É uma cerimônia especial era necessária para o encargo dos deveres pastorais.
Mesmo eliminando o cargo de Bispo, ressuscitaram a regra do Bispo único com nova roupagem.
A voz dominante da reforma foi a restauração do sacerdócio de todos os crentes.
Tal restauração, todavia, foi parcial. Lutero (1483-1546), Calvino (1509-1564) e Zwinglio (1484-1531) afirmaram o sacerdócio dos crentes no que toca ao relacionamento individual de cada crente com Deus.
Eles ensinaram corretamente que cada cristão tem acesso direto a Deus sem a necessidade de um mediador humano.
Foi uma maravilhosa restauração.
Mas foi parcial.

O que os reformadores deixaram de fazer foi recuperar a dimensão coletiva do sacerdócio crente. 
O sacerdócio de todos os crentes refere-se não apenas à relação de cada pessoa para com Deus e ao sacerdócio da pessoa para com o próximo, como em Lutero; mas refere-se também à igualdade de todas as pessoas na comunidade cristã em seu funcionamento formal.
Eles restauraram a doutrina do sacerdócio soteriologicamente — isto é, com respeito à salvação.
Mas eles falharam em restaurá-la eclesiasticamente — isto é, com respeito à igreja.
Em outras palavras, os reformadores apenas recuperaram o sacerdócio do crente (singular).
Eles nos lembraram que todo cristão tem acesso a Deus, individual e imediatamente.

Apesar disso ser bonito, eles não recuperaram o sacerdócio de todos os crentes (coletivamente, plural).
Esta é a preciosa verdade de que cada cristão é parte de um grupo que compartilha a Palavra de Deus, mutuamente.

Foram os anabatistas que mantiam esta prática. Lamentavelmente, esta foi uma das razões pelas quais as espadas protestantes e católicas ficaram rubras com sangue anabatista.
Embora os reformadores se opusessem ao Papa e sua hierarquia religiosa, eles fizeram vista grossa com respeito ao ministério que eles herdaram.
Eles acreditavam que o "ministério" era uma instituição restrita àqueles poucos que foram "chamados" e "ordenados".

Assim, os reformadores reafirmaram a divisão clero-leigo.

Apenas na retórica os reformadores ensinavam que todos os crentes eram sacerdotes e ministros, na prática o negaram.
Pois quando toda fumaça da reforma se dissipou, nos deparamos com a mesma coisa que os católicos nos deram — um sacerdócio seletivo!
Lutero manteve a idéia de que aqueles que pregam necessitam de um treinamento especial.
Como os católicos, os reformadores acreditavam que apenas um "ministro ordenado" poderia pregar, batizar e ministrar a Ceia do Senhor.
Como resultado, a ordenação deu ao ministro uma aura de favor divino indiscutível.

Tragicamente, Lutero e os demais reformadores denunciaram violentamente aos anabatistas pela prática sacerdotal de cada crente na igreja. 
OS anabatistas acreditavam e praticavam a injunção de Paulo em 1 Coríntios 14:26, 30-31 de que cada crente tem o direito de funcionar em qualquer momento em uma reunião da congregação.
No tempo de Lutero esta prática foi conhecida como Sitzrecht — "o direito do que está sentado"
Os anabatistas acreditavam e acreditam que cada cristão tem o direito de levantar-se e falar em uma reunião.
Isso não era privilégio do clero.

Lutero era tão avesso a esta prática que disse que isso se originou no inferno e que os que a praticavam deveriam ser mortos! 
Lutero anunciou que "o Sitzrecht veio das profundezas do inferno" e que era uma "perversão da ordem pública... a ruína do respeito à autoridade".
Em 20 anos, mais de 116 leis foram promulgadas nos territórios alemães através da Europa, declarando esta "heresia anabatista" uma ofensa capital.
Além disso, Lutero sentiu que se toda igreja ministrasse publicamente a Ceia do Senhor, isso seria uma "deplorável confusão".
Na mente de Lutero, uma pessoa necessitava exercer essa tarefa — o pastor.
Em suma, os Reformadores preservaram a idéia da ordenação como chave do poder na igreja.
Era responsabilidade do ministro ordenado comunicar a revelação de Deus ao povo.
E ele seria pago para exercer esta função.
De modo similar ao sacerdote Católico, a igreja via o ministro reformado como "homem de Deus" — o mediador remunerado entre Deus e Seu povo.

Os protestantes hoje falam do "ministério" como uma corporação de mediadores estabelecidos no Corpo de Cristo em vez de uma função compartilhada por todos.
Da mesma maneira como o clero católico romano foi visto como porteiro da salvação, o clero protestante foi visto como o fiduciário da Divina Revelação.
De acordo com a Confissão de Augsburg de 1530, o cargo mais alto na igreja foi o de pregador.
No velho Judaísmo, o rabino interpretava o Torah para as pessoas.
Na igreja protestante, o ministro é considerado como o guardião dos mistérios de Deus 
Não um mediador para perdoar pecados, mas um mediador para comunicar a vontade divina.
Assim, no Protestantismo o velho problema assumiu um novo formato.
O jargão mudou, mas o veneno permaneceu.
De Sacerdote a Pastor

João Calvino não gostava de aplicar a palavra "sacerdote" aos ministros.
Ele preferia o termo "pastor".
Segundo a mente de Calvino, "pastor" era a palavra mais elevada que poderia existir no que tange ao ministério.
Ele gostava dessa palavra porque a Bíblia refere-se a Jesus Cristo como "o grande Pastor das ovelhas" (Heb 13:20).
Ironicamente, Calvino acreditava estar restaurando o bispado (episkopos) do NT na figura do pastor!
Lutero também não gostava da palavra "sacerdote" para definir os novos ministros protestantes.
Ele escreveu, "não podemos nem devemos chamar de sacerdote aos que estão encarregados da Palavra e do Sacramento ao povo. A razão pela qual eles têm sido chamados sacerdotes é pelo costume do povo pagão ou por um vestígio da nação judaica. O resultado é danoso à igreja".

Assim, ele também adotou os termos "pregador", "ministro" e "pastor" referindo-se a este novo ofício.
Zwinglio e Martin Bucer (1491-1551) também preferiram a palavra "pastor".
Eles escreveram vários tratados sobre isto. 
Um dos livros mais influentes durante a Reforma foi The Pastorale de Bucer.
No mesmo espírito, Zwinglio publicou um tratado intitulado The Pastor.
Como resultado, o termo começou a permear as igrejas da Reforma. 
A ordem de pastores na igreja de Calvino em Genebra tornou-se o mais influente modelo durante a reforma.
Tornou-se o padrão das igrejas protestantes na França, Holanda, Hungria, Escócia, como também entre os puritanos ingleses e seus descendentes.
Calvino também deu origem à idéia de que o pastor e o professor são os dois únicos cargos "ordinários" em Efésios 4:11-12 que permanecem perpétuos na igreja.
Durante o século XVII os puritanos usaram o termo "pastor" em algumas de suas publicações.
No século XVII as obras Anglicanas e Puritanas referiam-se ao clérigo local em trabalho pastoral como "pároco"

Todavia, devido a sua obsessão pela pregação, o termo favorito dos reformadores para o ministro foi "pregador".
Os reformadores alemães também aderiram ao uso Medieval e chamaram o pregador de Pfarrer, isto é, pároco (derivado deparochia — paróquia e parochus — pároco).
Enquanto os pregadores luteranos são chamados "pastores" nos Estados Unidos, eles são chamados Pfarrer (chefe da paróquia) na Alemanha.
Em virtude da gradual transição do sacerdote católico ao pastor protestante, não era incomum as pessoas ainda chamarem seus novos pastores protestantes por velhos títulos católicos como "sacerdote".
Este foi geralmente o termo empregado pelas pessoas comuns.
Foi apenas no século XVIII que o termo "pastor" chegou a ser de uso corrente, eclipsando "pregador" e "ministro".
A palavra "pastor" sempre apareceu na literatura teológica desde o período patrístico.
A palavra escolhida dependia da função que você desejava realçar:
Um pastor guiava os aspectos morais e espirituais.
O sacerdote exercia os sacramentos.

Mesmo assim, o termo "pastor" não foi um termo usado pelo crente comum até a Reforma. 
Esta influência veio dos Luteranos Pietistas.
Desde então o termo espalhou-se entre as principais correntes cristãs.
A palavra "sacerdote" pertence à tradição católica/anglicana, a palavra "ministro" pertence à tradição reformada, e a palavra "pastor" pertence às tradições luterana e evangélica.

Os reformadores referiam-se aos seus ministros como "pastores", e mais comumente como "pregadores".
A palavra "pastor" posteriormente tornou-se o termo predominante na cristandade para este cargo.
Isto foi devido aos principais grupos desejarem distanciar-se do vocabulário das igrejas "litúrgicas".
O termo "ministro" foi gradualmente introduzido no mundo de língua inglesa pelos inconformistas e dissidentes.
Eles desejavam distinguir o "ministro protestante" do clero Anglicano.
Foi assim que os reformadores elevaram o pastor como cabeça funcional da igreja.
Segundo Calvino, "cargo pastoral é necessário para preservar a igreja na terra tanto quanto o sol, o alimento e a água são necessários para preservar e sustentar apresente vida.

Os reformadores acreditavam que o pastor possuía o poder e a autoridade divina.
Ele não falava em seu próprio nome, mas em nome de Deus.
Calvino fortaleceu ainda mais a primazia do pastor ao considerar atos de desprezo ou zombaria contra o ministro como séria ofensa pública.
Isto não constitui nenhuma surpresa diante do modelo ministerial adotado por Calvino.
Ele adotou a regra do Bispo único do século II!

Este modelo de ministério remonta à igreja do século II em vez daquele que vigorava na era Apostólica.
Na era Apostólica a comunidade cristã local não estava a cargo de um único pastor, mas de certa quantidade de funções intercambiáveis, tais como presbíteros (anciões) e bispos.
Foi apenas no século II que surgiu o Bispo único ou pastor da comunidade cristã, conforme consta nas Epístolas de Inácio...
Foi nesta fase de desenvolvimento do ofício ministerial na igreja do século II que Calvino retirou seu modelo 
E isto também se aplica aos demais reformadores. 
Em termos gerais os Reformadores também aceitaram o sistema do século II, um ministério institucionalizado de pastores ou Bispos conduzindo o leigo em adoração.
Eles não tentaram voltar à era Apostólica.
A ironia aqui é que Calvino lamentou o fato da Igreja Católica Romana ter construído suas práticas sobre "invenções humanas" em vez da Bíblia. Mas Calvino fez o mesmo!

Nesse aspecto os protestantes são tão culpáveis quanto os católicos.
Ambos se baseiam em práticas de tradições humanas.
Calvino ensinou que a pregação da Palavra de Deus e o correto ministério dos sacramentos são indicações de uma igreja verdadeira.
Em sua mente, a pregação, o batismo e a eucaristia tinham que ser ministrados pelo pastor e não pela congregação.

Para todos os reformadores, a função primária de um ministro é a pregação. 
As mensagens dele eram inspiradoras de temor, poéticas e criativas.
Zwinglio pregava direta e naturalmente, contudo era muito intelectual.
Sempre impessoal, Calvino era consistente em sua exaustiva citação de passagens.
Bucer era enfadonho e tinha a tendência de vaguear.
Mesmo assim, a primitiva pregação protestante era bem doutrinária, obcecada pela "pura e correta doutrina".
Por isto, os pastores da Reforma eram principalmente professores da Bíblia. 
Como Calvino, Lutero também fez do pastor uma posição separada e exaltada.
Mas ao mesmo tempo em que sustentava que as chaves do Reino pertenciam a todos os crentes, Lutero confinava seu uso aos que ocupavam um posto na igreja.

Disse Lutero: "Somos todos sacerdotes", na medida em que somos cristãos, mas aqueles a quem chamamos de sacerdotes são ministros selecionados de nosso meio para agir em nosso nome, e o sacerdócio deles é nosso ministério”.
Os Reformadores substituíram a palavra "ministro" por "sacerdote".
Lutero acreditava que todos estão em sacerdócio, mas nem todos podem exercer o sacerdócio. 
Esta noção tornou-se ponto pacífico da Reforma.
Isto é sacerdotalismo, pura e simplesmente.
Lutero abominou o campo católico pela rejeição do sacerdócio sacrificatório.
Mas em seu lugar ele acreditava que o ministério da Palavra de Deus pertencia a uma ordem especial.
Lutero exalta a figura do pastor: 
"Deus fala através do pregador... Um pregador cristão é um ministro de Deus que foi separado, sim, é um anjo de Deus, um Bispo enviado por Deus, um salvador de muitas pessoas, um rei e príncipe no reino de Cristo... Nesta vida e nesta terra não há nada mais precioso nem mais nobre que um pregador verdadeiro e fiel".
"Não devemos permitir que nosso pastor fale as palavras de Cristo como se as falasse por si mesmo; pois ele é a boca de todos nós e falamos as palavras com ele em nossos corações. É uma coisa maravilhosa que a boca de cada pastor seja a boca de Cristo, portanto, devemos todos escutar o pastor, não como homem, mas como Deus ".

Dá para escutar o eco de Inácio ressoando através das palavras de Lutero.
Estas idéias corromperam a visão de Lutero quanto à igreja.
Ele acreditava que ela não era outra coisa a não ser um posto de pregação.
"A congregação cristã nunca deve reunir-se a menos que a Palavra de Deus seja pregada e a oração oferecida, não importa quão curto seja o tempo de tal reunião ". 

Lutero acreditava que a igreja era simplesmente uma reunião de pessoas que escutavam a pregação.
Por esta razão, ele descreveu o edifício da igreja como Mundhaus, que significa "a casa que fala"! Ele também declarou que "as orelhas são os únicos órgãos do cristão".
A Cura de Almas

Tanto Calvino como Lutero compartilharam o pensamento de que as duas principais funções do pastor eram proclamar a Palavra (pregação) e celebrar a Eucaristia (comunhão).
Mas Calvino agregou um terceiro elemento.
Ele enfatizou que o pastor tinha a obrigação de prover o cuidado e a sanidade da congregação.
Isto é conhecido como "cura de almas".
A "cura de almas" remonta aos séculos IV e V.

No ano 591, Gregório escreveu um tratado para pastores intitulado Livro de Regra Pastoral.
Até hoje esta obra é usada nos seminários.
O uso desse livro em muito se deve a Gregório de Nancianceno.
Gregório o Magno foi, mais que qualquer outro Papa, o pastor que mais se destacou na Igreja Ocidental.

Encontramos isso nos ensinamentos de Gregório de Nancianceno.
Gregório chamava o Bispo de "pastor" — um médico de almas que diagnostica as enfermidades do paciente e receita remédio ou cirurgia.
Gregório Nacianceno articulou estas coisas em sua Segunda Oraçãoescrita em 362 d.C.

Os primeiros seguidores de Lutero também praticaram a medicina das almas.
Mas na Genebra de Calvino essa prática chegou a ser uma arte.
Exigiu-se que cada pastor e ancião visitasse as casas dos paroquianos.
Também houve visitas regulares aos enfermos e aos encarcerados.

Em 1550, foi emitida a ordem de que os ministros deveriam visitar cada casa pelo menos uma vez por ano.
Bucer escreveu o mais notável de todos os livros sobre "cura de almas" intitulado True Cure ofSouls em 1538.
Este livro foi traduzido em alemão e latim. 
Para Calvino e Bucer, o pastor não era apenas um pregador e um dispensador de sacramentos.
Ele era também "médico de almas", "coadjutor".
A ele cabia levar sanidade, cura e compaixão ao povo enfermo de Deus.
Esta idéia está viva no mundo protestante de hoje.
Pode ser facilmente vista nos modernos conceitos de "cuidado pastoral", "aconselhamento pastoral", "assistência psicológica cristã".
Na igreja moderna, a responsabilidade de tal cuidado cai sobre os ombros de um homem — o pastor.
No século I, isso caia sobre os ombros de toda congregação e de um grupo de homens maduros chamados "anciãos".
A Primazia do Pastor

Em poucas palavras, a reforma protestante foi um golpe no sacerdotalismo católico romano.
Mas não foi um golpe mortal, pois os reformadores preservaram a regras que passaram passaram por uma mudanças semânticas.
O pastor agora exercia o papel do Bispo.
Ele chegou a ser conhecido como a cabeça da igreja local — como o principal ancião. 
Muitas igrejas reformadas diferenciam anciãos que "ensinam" dos anciãos que "administram".
Os anciãos que ensinam ocupam a posição tradicional de Bispo ou ministro, enquanto que os anciãos que administram ocupam as funções da disciplina.
Esta forma de governo eclesiástico foi levada à Nova Inglaterra a partir da Europa.
Eventualmente, devido à impopularidade do ofício, os anciões governantes foram abolidos enquanto que o ancião pedagógico permaneceu.
Isto também foi verdade nos neo-anabatistas, nas igrejas Batistas dos séculos XVIII e XIX.

Freqüentemente estas igrejas careciam de recursos financeiros para sustentar um "ministro".
Deste modo, ao final do século XIX, as igrejas evangélicas adotaram a tradição do "pastor único".
Assim, o pastor único das igrejas evangélicas evoluiu de uma pluralidade de anciões na tradição reformada.
No Protestantismo, o pregador tende a ser porta-voz e representante da igreja, e a igreja muitas vezes é a igreja do pastor. Este é o grande perigo e a grande ameaça à religião cristã, a incoerência clerical.
As reformas feitas pelos reformadores não foram suficientes para mudar as coisas iniciadas por Inácio e Cipriano.

A Reforma irrefletidamente aceitou a estrutura hierárquica católica e manteve a distinção antibíblica entre ordenado e não ordenado. 
O denominado "pregador leigo" emergiu no calor do revivamento evangélico do século XVIII.

Em sua retórica os reformadores criticaram a divisão clero-leigo, mas na prática eles a mantiveram intocada. 
As diferenças entre clero católico e clero protestante foram apagadas na prática e na teologia.
Em ambas correntes o clero permanece bem distante; em ambas seu estado especial se baseia nas iniciativas divinas mediadas de diferentes maneiras; e em ambas certas responsabilidades são reservadas somente à ele
A velha tradição pós-bíblica da regra do Bispo único (agora re-encarnada no pastor) prevalece na Igreja Protestante hoje.
Por causa da petrificação da errônea divisão clero-leigo, há tremendas pressões psicológicas que fazem com que o chamado "leigo" sinta que o ministério é de responsabilidade do pastor.
É o trabalho dele. Ele é o perito - Esta é a idéia que prevalece.
A palavra usada no NT para ministro é diakonos. - Tal palavra quer dizer "servo".

Mas esta palavra foi corrompida porque os homens profissionalizaram o ministério.

Tomamos a palavra "ministro" e a equiparamos com a palavra pastor sem nenhuma justificação bíblica.

Da mesma maneira, equiparamos a pregação e o ministério com o sermão do púlpito, novamente sem justificação bíblica.

Seguindo a tendência de Calvino e Lutero, os escritores puritanos John Owen (1616-1683) e Thomas Goodwin (1600-1680) elevaram o pastor a uma posição fixa na casa do Senhor.
Owen e Goodwin conduziram os puritanos a enfocar toda autoridade na figura ou na função do pastor.
Em suas mentes, ao pastor era dado "o poder da chave". 

Colocando esta tragédia na forma de uma questão bíblica, "E se todos fossem um membro onde estaria o Corpo?" (1Co 12:19).

Somente ele é ordenado para pregar, ministrar sacramentos, ler as Escrituras publicamente, e ser treinado nos idiomas originais da Bíblia.
Algo bem semelhante à lógica e filosofia.
Tanto reformadores como puritanos adotaram a idéia de que os ministros de Deus precisam ser profissionais competentes.
Portanto, os pastores necessitavam um extenso treinamento acadêmico para cumprir sua função.
Todas estas características explicam como e por que o pastor é tratado como elite...
Como um cristão especial...
Alguém que merece ser reverenciado (daí o título "Reverendo").
O pastor e seu púlpito são a parte central da idolatria protestante, não distante da idolatria católica.


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O QUE É, COMBATENDO CONTRA AS APOSTASIAS E HERESIAS NO FIM DOS TEMPOS: Não é rebelião contra líder nem guerra contra denominação, mas mudança de visão e atitude. É a luta pela prática sincera dos verdadeiros ensinamentos do SENHOR JESUS CRISTO. “...Sabendo que fui posto para defesa do evangelho. Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda” (Filipenses 1.17-18). SÓ QUEREMOS LEVAR A VERDADE DA SÃ DOUTRINA DO EVANGELHO ATÉ VOCÊ.

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Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?
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Esclarecimentos: Alguns conteúdos deste blog traz respostas a perguntas de correspondentes, pelas postagens do nosso irmão Mario Persona,portanto as afirmações feitas aqui podem não se aplicar a outras pessoas e situações. Algumas respostas foram construídas a partir da reunião das dúvidas de mais de um correspondente. O objetivo é apenas mostrar o que a Bíblia diz a respeito das questões levantadas, e também as postagens servem apenas como exemplos de conduta,e também para adquirir conhecimentos, e não sugeri qualquer ingerência de cristãos na política e na sociedade, no sentido de exigir que as pessoas sigam os preceitos bíblicos.

O administrador é favorável à livre expressão, e inda que seu entendimento da Bíblia em algumas postagens possa conflitar com a opinião de alguns, defende o respeito às pessoas de diferentes crenças e estilos de vida. A opção "Comentários" foi desligada, não por causa das opiniões contrárias, mas de opiniões que pareciam favoráveis mas que tinham o objetivo de fazer propaganda de alguma ''igreja'' ou religião,ou crenças pessoais, induzindo os leitores ao erro.

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Comunicado do Administrador

O que esperamos é a volta de Jesus!

Este é um site de informação, e de noticias do mundo gospel, Temos o intuito de só informar os fatos. Nosso alvo sempre foi, e sempre será, uma confissão de nossa crença e nossa fé , e de total agradecimento de nossa salvação em Cristo Jesus. Os assuntos mostrados em nossas postagens como: Maçonaria,Iluminatis,fins dos tempos,vergonhas gospel,sobre os anjos e outros,são apenas para adquirir conhecimentos no assunto,sugerimos aos nossos leitores ,não focarem suas expectativas em assuntos que desvirtuam o alvo da nossa esperança que está na volta de Jesus Cristo e no arrebatamento de sua santa e imaculada igreja,que foi comprada com seu sangue na cruz. Nós só mostramos as postagens para o exemplos de conduta,para não cairmos nas mesmas heresias,sugerimos aos leitores que após terem lidos as postagens,orarem pelos que estão fazendo os escândalos e heresias, para que Deus use também de misericórdia para com eles,e que possam ter uma chance de se arrependerem em quanto a tempo. Lembrando o que o estamos esperando é a volta de Jesus.


Perguntas e espostas

Esclarecimentos: Alguns conteúdos deste blog traz respostas a perguntas de correspondentes, pelas postagens do nosso irmão Mario Persona,portanto as afirmações feitas aqui podem não se aplicar a outras pessoas e situações.Algumas respostas foram construídas a partir da reunião das dúvidas de mais de um correspondente. O objetivo é apenas mostrar o que a Bíblia diz a respeito das questões levantadas.

Conheça mais sobre este assunto:


David Bezerra 28-05-2012

Não compactuando com os homens corruptos de entendimentos da palavra.

Os homens (lideres religiosos)corruptos de entendimento fazem completamente o contrário, do que está escrito em, I TESSALONICENSES 2 :3 ao 9

Não compactuando com os homens corruptos de entendimentos da palavra.
I TESSALONICENSES 2 :3 ao 9 - 3 Porque a nossa exortação não foi com engano, nem com imundícia, nem com fraudulência(abuso de confiança); 4 Mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova os nossos corações. 5 Porque, como bem sabeis, nunca usamos de palavras lisonjeiras(de bajulações), nem houve um pretexto de avareza(apego ao dinheiro); Deus é testemunha; 6 E não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos(enviados) de Cristo, ser-vos pesados; 7 Antes fomos brandos entre vós, como a ama que cria seus filhos. 8 Assim nós, sendo-vos tão afeiçoados, de boa vontade quiséramos comunicar-vos, não somente o evangelho de Deus, mas ainda as nossas próprias almas; porquanto nos éreis muito queridos. 9 Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de Deus.

Traduza com Bandeiras

De qual Igreja você é? Excelente Conversação! (Fictícia)

De qual Igreja você é? Excelente Conversação! (Fictícia)
Sempre sou confrontado com uma Pergunta, que na realidade gera uma "Avalanche" de outras mais. Tenho que respondê-las quase que diariamente, mostrando qual o Fundamento da minha fé. Perco hoje mais tempo explicando o que não é Evangelho do que o que realmente é O Evangelho de Cristo(Infelizmente). Este Artigo traz uma Excelente Conversação(Fictícia) Produzida pelo Ir. Solimar entre um Cristão DENOMINACIONALISTA e outro que deixou o Sistema Religioso. São abordadas Várias Perguntas tais como: "De qual Igreja ou Denominação você é?" "Você Congrega onde?" "Isso é Ecumenismo?" "Onde Fica a Liderança? Os Títulos?" "Onde está a Hierarquia na Igreja?" Entre outros... Clique na imagem, Vale à Pena Conferir!

Salvem nossos Mestres ! 1,2,3

Salvem nossos Mestres ! 1,2,3
Muitos ainda fazem de tudo para defender esses homens corruptos de entendimento da verdade e cheios de heresias, como se eles fossem especiais e superiores,acham que são mediadores entre Deus e o homem, defendendo hierarquias dentro do que dizem ser ''igrejas'',vale a pena conferir estas postagens,e avaliar qual lado está falando a verdade nas escrituras.Clique na imagem para saber mais,e ir para as postagens

DESFAZENDO A MENTIRA QUE A NOSSA CARNE É O DIABO

BLOG DO DAVID BEZERRA GOSPEL: DESFAZENDO A MENTIRA QUE A NOSSA CARNE É O DIABOhttp://blogdodavidbezerragospel.blogspot.com/

Os membros da seita, salvo sempre salvo,(sss)dizem que satanás, o diabo não existe,dizem que o mesmo é nossa carne,você acredita nisso? Eu também não! Por isso é que vamos analisar com cuidado este estudo, com as escrituras sagradas,e desfazer essa mentira que a nossa carne é o diabo.Leia mais...

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ANUNCIAI E PROCLAMAI !

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ANUNCIAI E PROCLAMAI ! leia esta postagens super interessante! que relata,como nós devemos confrontar a verdade do evangelho,a esse mundo, que tanto profana o santo, e santifica o profano!!!
Não há justiça, se não haver servidão à Jesus, Não há servidão, se não houver submissão à Jesus
Não há submissão, se não houver redenção à Jesus
Não há redenção, se não houver abandono dos pecados!
Muitas vezes ou até na maioria delas,guando evangelizamos, ouvimos das pessoas, Expressões e tais argumentações, como ___’eu já conheço Jesus’, ’eu já tenho Jesus no coração’, ’Jesus também te ama’ e etc... Todos falados com um certo tom de ironia(certo que muitos também recebe a evangelização com carinho e respeito).Leia mais>>>>

O Significado da Palavra Shekinah. Shekiná, Shekináh, Você Sabia?

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O objetivo deste trabalho é esclarecer de forma documentada qual é o real significado dessa palavra SHEKINÁH que tem sido amplamente usada nos meios evangélicos e a quem ele realmente se refere no contexto do idioma hebraico e do misticismo judaico.Leia mais

CAMPANHA'' DIGA NÃO AOS PASTORES MAÇONS''

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CAMPANHA'' DIGA NÃO AOS PASTORES MAÇONS'' entre nessa briga,não deixe de ler,estas verdades,nesta postagem "CAMPANHA'' DIGA NÃO AOS PASTORES MAÇONS'' NOSSO BLOG LEVANTA A BANDEIRA DA RESISTÊNCIA PELA LIMPEZA DOS PÚLPITOS BRASILEIROS! NÃO QUER..."Leia mais>>>>

Construções Sinistras pelo mundo: Pedras Guias da Geórgia

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POSTAGENS QUE ESCLARECE,MUITAS COISAS SOBRE
A NOSSA SOCIEDADE
NÃO DEIXE DE LER!
Construções Sinistras pelo mundo: Pedras Guias da Geórgia As Pedras guias da Geórgia formam um misterioso monumento em que estão esculpidos os dez "mandamentos" para uma "Nova Idade da Razão". Qual o primeiro mandamento? Manter a população mundial com menos de 500 milhões de pessoas. Outro fato sinistro: os autores do que hoje chamamos de '' ''o Stonehenge americano'' ainda são um "mistério" ... exceto para aqueles que o conhecem. Vamos olhar para as diversas características do monumento, a sua mensagem pedindo uma Nova Ordem Mundial e explicar como é o trabalho de uma sociedade secreta ocultista. Leia mais>>>>

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O EVANGELHO SENDO CONFUNDIDO COM COMÉRCIO

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Se você acha que o evangelho de Cristo,não deve ser utilizado
como comercio,leia essa postagem,e confirme com as escrituras
sagradas,você vai ser surpreender com tantas verdades!!
O que posso dizer nas linhas desse estudo bíblico, e que o Espírito Santo,confirma, digo isso sem medo de errar, é que o evangelho (boas novas do ide de Jesus) é coisa muito séria e santa, para que as pessoas em um modo geral façam dele meios de lucros, em todos os sentidos. E se falar a verdade sem mistura na base da sã doutrina, é causar inimizade para muitos, é que o tal não tem o Espírito de Deus, para instruí-lo na verdade. Agora análise comigo, se não é o que está acontecendo com muitos nas igrejas (comunidades evangélicas)hoje em dia,muitos esqueceram que é só o Espírito Santo é quem dirige e instrui a igreja de Cristo, numa unidade.Leia mais>>>>
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"E até importa que haja entre vós HERESIAS, para que os que são SINCEROS SE MANIFESTEM ENTRE VÓS." I aos Coríntios 11:19

SIMCEROS é um site destinado às manifestaçõs dos SINCEROS, para levar conhecimentos aos membros da Igreja de Cristo. Geralmente estas informações são PROIBIDAS dentro de muitas igrejas que estão sob o jugo de satanás, pois pregam somente o que ele deixa pregar.

Mateus 5: 10-12 Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.

Jó 4: 7 Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os SINCEROS DESTRUÍDOS?

João 8: 32 Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. (Quem nos dá a liberdade é Jesus Cristo, pois ELE é a verdade e o grande libertador.)

JOÃO 18: 20 Jesus lhe respondeu: Eu falei ABERTAMENTE ao mundo; eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre se ajuntam, e NADA DISSE EM OCULTO.

Provérbios 3: 32 Porque o perverso é abominável ao SENHOR, mas com os SINCEROS ele tem intimidade.

Filipenses 1: 10 Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais SINCEROS, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo.

Filipenses 2: 15 Para que sejais irrepreensíveis e SINCEROS, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;

Jesus Cristo foi e continua SINCERO. A igreja de Cristo vive tudo abertamente e não tem nada de ocultismo. O PAI ESTÁ PROCURANDO os verdadeiros adoradores, aqueles que o adoram em ESPÍRITO E EM VERDADE. O engano e a falta de conhecimento escravizam o povo.

No SIMCEROS.ORG, a Sincera Igreja Manifesta está tentando corrigir esta falta grave na vida da igreja de Cristo, dando oportunidade aos discriminados e até perseguidos em suas famílias, igrejas, cidades e no mundo.

SIMCEROS, SIM. Por que não?

Graça e Paz da parte do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Dr José Renato Pedroza

Esclarecimento Sobre a Sã Doutrina

Guando um Cristão,é confiante na sã doutrina,ele não julga ninguém,mas leva as pessoas a luz das escrituras,essa sim,mostra o verdadeiro significado e os erros cometidos por homens,denominações,religiões,seitas e heresias.
O verdadeiro Cristão,deve falar ou mostrar tudo que não corresponde na palavra de Deus,não no intuito de julgar,mas sim em mostrar os erros.
Os mesmos devem respeitar os pensamentos alheios.uma coisa que devemos fazer sempre é dizer a verdade,mesmo que esta pessoa não aceite de bom grado,e até mesmo para aqueles que professam o evangelho, mas deixa ser levado por várias doutrinas estranhas,e não pela sã doutrina, já dita pelo enviado(apóstolo)Paulo em Efésios4:14 que diz:Para que não sejamos mais meninos inconstantes,levados em roda por todo o vento de doutrina,pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente.
E em,1Timóteo.6:3 e 5 que diz:Se alguém ensina alguma outra doutrina,e se não comforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo,e com a doutrina que é segundo a piedade,É soberbo,e nada sabe,mas delira acerca de questões e contendas de palavras,das quais nascem invejas,porfias,blasfemas,ruis suspeitas
Contendas de homens corruptos de entendimentos,e privados da verdade,cuidando que a piedade seja causa de ganho:aparta-te dos tais.
Devemos dizer a verdade sempre para o nosso próximo,veja mais o que diz Paulo em Gálatas.4:16 - Fiz me acaso vosso inimigo,dizendo a verdade. E em Efésios.4:25 -Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. David Bezerra.

Esclarecimento sobre o Julgar

A VERDADE & O JULGAMENTO

O JULGAR PELO DICIONÁRIO

julgar[Do lat. judicare.]
Verbo transitivo direto.
1.Decidir como juiz ou árbitro:

julgar uma pendência.2.Dar sentença, sentenciar.3.Supor, imaginar, conjeturar:

Os tiranos julgam que o mundo é imutável.4.Formar opinião sobre; avaliar:
Não se deve julgar o que não se conhece.

FOI DESSA MANEIRA QUE JESUS PEDIU PARA NÃO JULGAR-MOS,COMO SE FOSSEMOS JUIZ,E SE ESQUECENDO DOS NOSSOS ERROS.VEJA EM MATEUS.7:1 e2 QUE DIZ:1 NÃO julgueis, para que não sejais julgados.2 Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.

POVO DE DEUS ENTENDA, DIZER A VERDADE PELA ESCRITURA SAGRADAS, NÃO É JULGAR NINQUÉM, TANTO QUE JESUS NÃO JULGOU OS ESCRIBAS E FARISEUS. MAS, DISSE SOMENTE A VERDADE PELA PALAVRA. VEJA JOÃO. 8:45 AO 47 -45 Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.46 Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?47 Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.

VEJA TAMBÉM EM JOÃO.12:47 e 48 QUE DIZ:47 E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.48 Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.

DIZER A VERDADE, DOÍ MUITO NAQUELES QUE NÃO QUEREM OUVIR,E ENTENDEM COMO JULGAMENTO,MAS QUEM O JULGA É AS ESCRITURAS SAGRADAS.VEJA EM GALATAS. 4: 16 QUE DIZ: 16 Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?

I Timóteo.6:3 ao 5 também diz:3 Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade,4 É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas,5 Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais.

HAVEREMOS DE JULGAR O MUNDO UM DIA, PELA PALAVRA DE DEUS,QUANTO MAIS AS COISAS PERTENCENTES A ESTA VIDA,VEJA EM 1 CORINTIOS.6:2 E 3 QUE DIZ: 2 Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?3 Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?

POR ISSO SEMPRE DEVEMOS FALAR A VERDADE, AOS QUE ANDAM ERRADOS NAS ESCRITURAS, E PENSAM QUE OS JULGAMOS, MAS QUEM OS JULGA, É A PALAVRA VEJA EMEFÉSIOS. 4:25 QUE DIZ: 25 Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.

VEJA TAMBÉM EM 2 CORINTIOS 4:2 QUE DIZ: 2 Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

Conclusão: O administrador quer passar aos visitantes deste blog,uma critica construtiva para todos aqueles que querem viver na verdade da luz do evangelho de Cristo Jesus.

Sabendo que: para os que querem viver de heresia,e nas mentiras,as postagens e os videos irão produzir uma critica destrutiva para estes.

Deixando bem claro que o nosso objetivo é falar das boas novas (evangelho) de Cristo Jesus,e que devemos se preocupar exclusivamente com isto,por que o nosso alvo é a volta de Jesus,fora disso não tem motivo algum, as postagens que estão expostas somente como alerta e noticias do mundo gospel, e do sistema religioso.

David Bezerra

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